Derivar sob o sinal da integral quando os limites também se movem é a regra de Leibniz, e quase todo mundo que aplica ela esquece o termo de fronteira. Num caso que eu conferi numericamente, esquecer esse termo erra a resposta em 4,5 de 11,385, quase 40% do valor. Este post deriva os três termos a partir da regra da cadeia, dá as hipóteses que a troca de derivada com integral exige, mostra onde ela quebra em domínio infinito e no suporte de uma distribuição, e investiga a parte incômoda da história: o que Leibniz de fato escreveu não é a regra que hoje leva o nome dele.
Numa única conversa saíram 15 tasks pontuadas, 11 subtasks reestimadas e dois pull requests, sem eu abrir o ClickUp na mão. Este post abre a skill inteira: como ela é montada, o caminho entre o pedido em linguagem natural e a task criada, os quatro casos de escrita nos campos de ponto da API do ClickUp, o erro da minha primeira implementação que só apareceu quando fui escrever isso aqui, o modo de falha parcial que produzia exatamente a inconsistência que a skill queria evitar, o fallback de credencial que troca a identidade da operação em silêncio, e a lista honesta do que ela ainda não tem.
Meu DVR Intelbras MHDX 3004-C expõe uma API CGI no estilo Dahua que ninguém documenta direito. Em vez de clicar canal por canal numa interface web pesada, li e ajustei a configuração das câmeras com curl e autenticação Digest. Conto o passo a passo real: como achei a porta, como autentiquei, como li as tabelas de config antes de escrever qualquer coisa, o que dá pra controlar (encoder, cor, redução de ruído) e o que eu não consegui controlar por ela (exposição e anti-flicker), e como mantive a senha fora do histórico.
Continuação do post sobre o alpinista no nevoeiro. Existe um cheatsheet clássico de fórmulas essenciais de data science: estatística descritiva, probabilidade, álgebra linear, cálculo, machine learning, information theory, data science essentials e séries temporais. Cada uma dessas oito famílias tem aplicação direta na operação da Plataforma Harmo, todo dia. Esse post mapeia onde cada uma mora.
A topologia que combina MWAA (Airflow gerenciado pela AWS) como scheduler em Python e EKS como runtime dos workers pesados em Go. Por que escolhemos esse split, como as DAGs disparam pods em Go via KubernetesPodOperator, e os gotchas operacionais específicos do MWAA + EKS.
Métricas com Prometheus, logs centralizados, alertas de custo e performance, a camada que transforma um cluster cloud-native em operação real, e como evitar os alertas que só fazem você desligar o celular.
Continuação espiritual do post de 2015 sobre Cálculo I. Como o gradiente descendente, ferramenta nascida das derivadas parciais do Cálculo II, virou a infraestrutura silenciosa que treina toda IA moderna. A intuição do alpinista no nevoeiro como metáfora central, fechando o arco com a minissérie recente sobre 30 dias dentro do Claude Code, slash commands e o dashboard Clawtop.
Tutorial prático de slash command custom no Claude Code, com o caso real do /save-session. Por que precisei criar, como funciona o auto-memory que o Claude Code já dá de fábrica, o que o /save-session adiciona, e como compartilhar o skill entre múltiplas máquinas via dotfiles.
A Harmo fez seis anos. Escrevo como co-founder e CTO sobre o que custou caro construir: tratar pilares Drive-to-Store como um sistema único em vez de quatro produtos costurados, processar +300 mil avaliações e +10 milhões de pesquisas por mês em mais de +60 mil lojas, e por que time e arquitetura são a mesma coisa. Decisões técnicas, lições de gestão e o diferencial que só aparece quando você constrói infraestrutura/plataforma, não feature.
Case real de um incidente AWS: uma regressão sutil em uma lambda fez uma Step Function reinvocar a mesma tarefa por quatro madrugadas. A conta do mês saltou quase 6x (mesmo com AWS Cost Anomaly Detection habilitado). Como contivemos, como negociamos a concessão com a AWS via Infomach e TD Synnex, e quais guard rails entraram em pé. Case público para que outros times não descubram essa categoria de falha do mesmo jeito que a gente descobriu.